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COMUNICADO DE IMPRENSA Com o Verão à porta recomenda-se precaução Picadas de abelhas e vespas causam 95 por cento das reacções alérgicas a insectos 5 de Julho de 2011 – Na Europa, mais de 95 por cento das reacções alérgicas provocadas por insectos são resultantes da picada de abelhas e vespas. Os mosquitos, moscas, pulgas e percevejos podem provocar reacções quase sempre locais não provocando, habitualmente verdadeira alergia.
“Para um diagnóstico eficaz é fundamental conhecer a história clínica do doente, caracterizando o tipo de reacção, identificando os factores de risco individuais e também o insecto que provocou a reacção alérgica. Os testes cutâneos em picada são os métodos mais sensíveis de diagnóstico”, refere João Fonseca, Coordenador das Unidades de Imunoalergologia do institutocuf e hospitalcuf porto. “A maioria dos insectos pica quando se sente em perigo, e com a chegada dos dias mais quentes tornam-se mais agressivos. Estas picadas podem resultar em diversos tipos de reacção, desde a local (comichão, vermelhidão e inchaço), a local exuberante (com a vermelhidão e o inchaço a estenderem-se por grandes regiões do corpo a partir do local da picada) e ainda a sistémica. Esta última pode apresentar vários graus de gravidade, sendo o mais grave aquilo que se designa uma anafilaxia. Esta reacção caracteriza-se pela diminuição da pressão arterial, alterações do batimento cardíaco e distúrbios na circulação sanguínea, podendo conduzir a um choque anafiláctico e eventualmente à morte”, esclarece o médico. Os doentes com história de reacções sistémicas graves devem ser portadores de um dispositivo (caneta, seringa) de emergência contendo adrenalina para auto-administração de um anti-histamínico e corticosteróide que deve ser tomado imediatamente depois da picada. Estes doentes devem ser referenciados para uma consulta de Imunoalergologia para avaliação e, se necessário, para tomar a vacina anti-alérgica. Este tratamento também designado imunoterapia é o único tratamento capaz de prevenir futuras reacções e é eficaz na prevenção das reacções sistémicas em mais de 90 por cento dos casos. Informações adicionais: LPM Comunicação Andreia Garcia :: Tel. 21 850 81 10/91 994 78 96::
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Inês Gil:: Tel. 21 850 81 10/ 92 741 30 32::
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